"Prezados(as) Amigos(as)
A Dra. Luciana Cini, está colocando à
disposição vagas para tratamento de câncer.
Se souber de alguém que necessite deste tipo
de tratamento é só ligar para ela.
Amigos, estar doente, já é horrível. Imagine
estar com Câncer Gástrico e não ter convênio ou meios para realizar o
tratamento.
Por amor, repassem esta mensagem. Dispomos
de 15 vagas para pacientes com Câncer de estômago, esôfago, duodeno e
intestino.
Tratamento completo, na Gastrooncologia, com
Dr. Fonseca, diretor da Oncologia do Hospital Heliópolis, aluno do
Hospital do Câncer.
Não há fila de espera..
Dra. Luciana Cini
(11) 9563 5430
(11) 4975 2309
Não custa nada divulgar."
Ontem falaram sobre isto na faculdade, e hoje recebi um email com essas informações. Como não custa nada resolve divulgar. Talvez essa informação salve a vida de alguém.
PaZ!
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Multa de Trânsito
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar cópia da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro: Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.
Código de Trânsito Brasileiro: Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.
Para quem ainda não acredita, aqui está disponível o Código de Trânsito Brasileiro. Veja a pagina 84 neste link http://www.denatran.gov.br/publicacoes/download/ctb.pdf
Recebi isto por e-mail e estou compartilhando com você, faça o mesmo.
Há mais coisas que não sabemos do que muitos imaginam. Nunca espere receber uma noticia como está pelos jornais ou pela Tv. Vamos propagar o conhecimento e exigir nossos direitos garantidos por lei.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Estamos seguros?
“As grades do condomínio são para trazer proteção, mas também nos trazem a dúvida se é você que está nessa prisão” ♪ | O Rappa – Minha Alma
É com o trecho desta belíssima canção que começo o texto de hoje. Sem crônica, histórias ou afins. Faz tempo que não coloco um texto expressando a minha opinião sobre algo. Então lá vai!
Reparando as casas, os prédios e as pessoas, vemos que quase todos andam com medo. Medo de ter a vida levada por um marginal qualquer, medo de perder os bens que com tanto sacrifício foram conquistados, medo de perder os familiares ou simplesmente medo. Medo do desconhecido, medo do que pode acontecer, mesmo não sabendo o que pode vir a acontecer ou quando.
O fato é, enquanto há ladrões a solta por ai fazendo o que bem entendem, nós, e quando digo “nós”, me refiro a você, eu, seus pais, amigos e familiares. Todos nós estamos aprisionados, nos trancamos dentro de nossas residências para nos sentirmos seguros, nos trancamos dentro dos carros, dentro das empresas e escolas. Por quê? Por que nós temos que nos privar de fazer uma caminhada tarde da noite? De sair cedo para ver o sol nascer? De deixarmos nossos carros, motos ou bicicletas em frente a uma loja por alguns instantes?
Quem deveria ficar preso esta livre para fazer o que bem entender impunemente e quem paga seus impostos e é honesto tem que viver aprisionado, refém do medo.
Ontem no Fantástico passou uma reportagem sobre o Fernandinho Beira Mar, onde foi mostrado que ele ainda comandava sua facção por bilhetinhos escritos a mão e encaminhado pelos seus visitantes. Agora lhe pergunto como uma pessoa que está em um presídio de segurança máxima consegue essas coisas? O sistema é falho ou a policia da uma “mãozinha” para os chefões do crime?
“Pedir paz sem justiça é utopia” ♪ | MV Bill – Só Mais Um Maluco
Esse é o ponto. Justiça e honestidade são as soluções para certos casos. O resto se resolve na base da educação, oportunidade e união.
PaZ !
quinta-feira, 17 de março de 2011
Pai é tudo igual
Acordei com um gosto amargo na boca, uma sensação ruim e borboletas no estomago. É o dia chegou, e quem diria que chegaria tão rápido. Parece que foi ontem que eu a peguei no colo, e hoje entregarei a minha princesa a outro homem. Um que talvez vá lhe fazer chorar, que vai deixar ela sozinha para ir jogar futebol com os amigos. Acho que vou desmaiar quando entrar na igreja. O que eu fiz para perde lá? As filhas não deveriam crescer jamais. É muito duro para um pai deixar a sua menininha sair de casa, e a ver entregar o seu pobre coraçãozinho a um homem. Ele deve ser desses que olham outras mulheres na rua, que contam vantagens aos amigos, que bebem cerveja e fazem churrascos. Não! Não Maria, eu não posso deixar a nossa filhinha, nossa princesinha se casar assim tão nova e pura. Ela pode esperar mais, talvez encontre outro rapaz e nem se case. Talvez ela veja que só nós podemos dar o verdadeiro amor a ela e desista de se casar. Não seria perfeito?
- Larga de bobagem João, nossa filha já é bem crescida, me confessou que nunca gostou tanto assim de um homem como gosta do Rodrigo. Onde ela vai achar homem melhor? Atencioso, trabalhador e que a ama muito.
- Não sei, e se ele a fazer sofrer?
- Deixe de ser bobo, nenhuma relação é perfeita. O importante é que um ama o outro. Você está parecendo o meu pai no dia do nosso casamento!
- O que!?
- Nada. Vamos logo, nossa querida Mônica já esta nos esperando no carro.
PaZ!
sexta-feira, 4 de março de 2011
Amores breves de busão
Parece que é marcado. Toda dia que volto do trabalho para casa, e pego o ônibus que leva o nome do nosso bairro como itinerário, exatamente depois de dois ou três pontos do meu embarque, entra você. Linda, seu cabelo preto e cheio de vida está sempre solto, chega quase à sua cintura, e que cintura! Sua pele morena parece que brilha, discreta usa roupas bonitas e de cores claras. No calor está de Melissa e no frio aparece com uma bota marrom, que eu acho a sua cara. Destacando no braço está o relógio dourado, no nariz um pircing, brincos pequenos e uma corrente de ouro, que talvez traga um pingente, não sei. A partir da sua chegada fico extasiado de paixão. Fico a te admirar, assim de longe, como quem olha um belo quadro na parede de um museu. Tentando decifrar o que você me diz com o seu olhar, que de instante em instante se encontra ao meu. Disfarço, penso que estou incomodando e olho a rua pela janela. Mas a rua não me atrai, não tanto quanto você. De repente chega o momento, me olha pela última vez, como se fosse um até logo, eu a correspondo, você desce do ônibus e vai a caminho do seu prédio. E eu? Fico ali olhando você indo embora mais uma vez. E quando dou por mim, entra a loira da semana passada e meu coração acelera e meus olhos brilham.
terça-feira, 1 de março de 2011
Amor de carnaval
Samba de roda, amigos e cerveja no copo. Ah o carnaval! A melhor época do ano. Pessoas alegres nas ruas, muito álcool no sangue, muita mulher, pouca roupa, suor, olhares e prazeres. E em meio a tudo isso, estava eu andando com três amigos. Passava da meia noite e ainda estávamos atrás de mais bebida e claro, mulheres. Quando alguém disse que estava rolando um samba e um quiosque perto dali. “Opa vamos conferir” – Todos dissemos. Chegando lá vimos que o lugar era pequeno, mas muito agradável. Havia um grupo de samba de cinco rapazes jovens tocando, um balcão pequeno com dois outros servindo as pessoas que iam buscar bebidas e porções. Logo cada um pegou um copo e começamos a tomar as três primeiras cervejas. Resolvi ir ao banheiro, perguntei ao rapaz do balcão onde era, e ele me indicou. Ficava do outro lado do quiosque. Cheguei lá, esperei alguns minutinhos na fila e logo chegou minha vez. Usei, e sai. Então resolvi dar uma conferida nas pessoas que estavam deste lado, já que no outro havia muitos casais. Reparei que ali estava uma roda só de mulheres dançando, contei cinco. Bom, é um ótimo número, já que estávamos em quatro. Fui ao encontro dos meus amigos e eles logo toparam ir conferir. Pegamos mais três garrafas e fomos. Voltando vi que mais uma garota havia chego e estava dançando levemente no meio da roda. Cheguei um pouco mais perto para ver como era ela, a cerveja acaba reduzindo nossa visão. Mas do ponto onde eu estava agora, não tinha como não ver tamanha beleza. Com uma blusinha branca, uma saia verde escuro e cabelo no estilo “rabo de cavalo”, confesso que pirei! Era linda aquela visão. Fiquei uns dois minutos ali parado, só olhando. Quando Paulo veio até mim e perguntou se eu estava bem.
- Estou ótimo.
Respondi e parti ao encontro daquela mulher de pernas bonitas, cintura fininha, cara de menina, cabelo liso e uma pele cor da noite, lisa e reluzente. Parei há sua frente, ela continuou dançando, sorrindo e olhando em meus olhos. Abri a boca e falei qualquer bobagem, estava em êxtase com tamanha beleza, parecia um anjo. Ela sorriu e perguntou se eu ia ficar ali parado. Apenas estendi a minha mão para ela, que logo segurou, e continuo dançando. Eu como perna dura que sou, apenas cheguei um pouco mais perto de seu ouvido e perguntei se ela existia realmente. Novamente ela sorriu, a essa altura, essa mistura de muita bebida com aquela beleza, me deixava tonto, completamente tonto. De repente a música acabou, o grupo ia fazer uma pausa, agora o som era por conta de um DJ, que eu nem reparei que estava ali, do lado direito do grupo. Começou a tocar música eletrônica, que combinação essa que as pessoas fazem. Música eletrônica e samba. A garota então falou que não gostava desse tipo de música, logo a convidei para irmos até a areia da praia para conversarmos. Ela topou e lá fomos nós trocando olhares, risadas e esbarrões. Sentamos e começamos a conversar sobre as nossas vidas, rotinas, gostos. Incrível como tudo batia. Paramos de falar por um minuto, olhei para o céu e vi a lua, linda e esplendorosa. Comentei de sua beleza e por impulso, deitei na areia. Para minha surpresa, Sara deitou, e com a cabeça no meu peito disse que quando ela queria pensar, costumava ficar olhando para o céu, fazia planos e sonhava acordada. Dei um beijo em sua testa, e disse que a achava especial. Ela subiu um pouco, me deu um selinho e falou que tinha certeza que eu era especial. Agarrei-a pela cintura e começamos a nos beijar. Sugeri que fossemos para outro lugar, ela então respondeu que ali estava ótimo. Ficamos trocando beijos e caricias até adormecer. Acordei com o sol ardendo meus olhos, Sara já não estava mais lá, apenas achei um bilhete dobrado dentro do bolso de minha camisa, que dizia o seguinte: “Você perguntou se eu existia. Agora me pergunto se você realmente existe ou é apenas um anjo que veio até mim. Infelizmente tenho que ir, mas saiba que eu nunca vou lhe esquecer. E espero que nunca me esqueça, pois eu te amei por uma noite. Beijos. Ass. Sara”
Será que isto realmente aconteceu? Será que foi sonho meu? Ah o carnaval! Quantas “Saras” você há de colocar no meu caminho ainda?
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