sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Diferentemente de tudo aquilo que a tua sociedade impõe.

Nunca fui com a maioria. Escolhi PP ao invés da tradicional ADM. Escolhi ser ligeiro, observador e ter uma opinião própria ao ficar pagando de “banquinha” no colégio. Nunca medi palavras e fiz grandes amigos, não fiquei na hipocrisia para conquistar os falsos. Escolhi os sons antigos e verdadeiros aos populares sem mensagem alguma. Embora estando parado, pude refletir melhor, mas foi andando sempre em frente, que pude ser uma pessoa melhor !
E nessa caminhada eu sigo. Sem saber aonde vou, mas na certeza de sempre tentar o melhor. Não só para mim, mas a todos em minha volta.

Fiz este texto semana passada durante uma madrugada de trabalho. Achei que ficou bom e resolvi postar aqui também. Digo “também”, porque eu postei ele no meu fotolog.

"Eu nunca tive bicicleta ou video game, agora eu quero o mundo igual cidadão Kane!"
Citado pela Pam quando leu o texto. Para quem não sabe, isso é um trecho da música "Da Ponte Para Cá, do Racionais Mc's.

Agora eu lanço uma outra letra.

Às vezes. tento compreender aquilo que não sei explicar.
De que matéria estúpida e torpe são feitas as mentiras tão necessárias imprudentes?
Todos nós precisamos mentir.
Por amor, amizade, respeito e consideração.
Mas especialmente pelo prazer e pelo medo.
Prazer de enganar e medo de dizer a verdade.
Quem diz a verdade, se expõe e fica a mercê do julgamento e da tirania dos hipócritas que dizem: Não fale, não ouça, não veja, não sinta, apenas finja.
Finja que acredita, que os sentimentos são lâminas cegas esterilizadas que cortam sua pele superficialmente sem jamais atingir sua alma.
Mas e aí?
Todos os dias sorrimos, afirmando que somos felizes, e a vida regrada pelas paixões mal resolvidas, pelos desejos confinados e principalmente pelo prazer momentâneo, efêmero e insano de pequenos fragmentos do
que chamamos de felicidade.
Analise e reflita.
Jamais houve na humanidade tempo em que predominou tanta vaidade.

Música do grupo Trilha Sonora do Gueto. Chamada de "Coração de Vida Loka Não Bate, Balança"
 
PaZ !

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Ser diferente.

As pessoas sempre querem ser diferente das outras. Principalmente na aparência. Mas o que poucos sabem, é que a sociedade ainda não esta preparada para receber pessoas que são diferentes, pessoas que não ligam para aparência e dão valor a outras coisas. Pelo menos ainda não estão preparados para receberem essas pessoas com bons olhos.

Eu sou uma prova disto. Agora que estou deixando o cabelo crescer para fazer os dreads, notei como a população quase que em geral, condena você (no caso eu) com os olhares. E não são só os mais velhos, são os jovens, os adultos e até as crianças. As crianças tudo bem, com a sua inocência, elas dão risada e comentam na sua cara sobre a sua aparência. Mas os adultos não. Fazem comentários maldosos a seu respeito pela suas costas, o que é muito pior. Chegam até ao cumulo de lhe ofender na rua. Passam de carro e gritão: “Alguma coisa Cabeludo !”, “Vai cortar o cabelo porra!” entre outras coisas. Claro que sempre são os engraçadões, que quando estão dentro de um carro, são homem de gritar, mas pessoalmente, cara a cara não dizem nada. Cuzões !
Enfim, se você é das pessoas que se importam e que levam em conta com que os outros pensam. Não saia do estereótipo imposto por essa sociedade hipócrita.
Si bem, que esta reação da maioria, vai muito da classe social que você esta inserido. Pois esta semana mesmo, estava conversando com a minha amiga Pam, e chegamos a um conceito. Que é o seguinte, se você é uma pessoa que tem dinheiro, é rico e não se importa com a aparência, por exemplo, deixa o cabelo igual ao meu. Você será taxado como uma pessoa que desafia a sociedade, uma pessoa de opinião forte, ou até mesmo um precursor de uma nova tendência ou moda. Agora se você é um universitário fudido (sem dinheiro) igual a mim. Você é taxado de vagabundo, relaxado, maconheiro e até bandido você pode virar na boca desse povo de mente fechada.



É pessoa, a verdade é essa mesma.

Agora tem também as pessoas que não falam por mal, como por exemplo, os familiares e amigos. Que vivem dizendo: “Corta esse cabelo”, “Você ta muito feio assim”, “Deixa eu cortar esse cabelo feio” e por ai vai.
Eu tenho plena consciência de que eles falam para o meu bem, algum falam até na brincadeira e tudo. E eu, sempre levo na esportiva, pois não ligo para o que eles dizem. E sei, que realmente não esta a coisa mais bonita do mundo. Mas porra é o MEU cabelo velho. Às vezes enche o saco esse pessoal falando, falando e falando. Assim como é chato eu ficar aqui escrevendo, escrevendo e escrevendo, sendo que eu acho que ninguém irá ler. Mas enfim, o cabelo é meu e eu não vou cortar ! Eu quero fazer os dreads, e vou fazer.


PaZ !

domingo, 15 de agosto de 2010

Apresentação

Neste primeiro post, escolhi fazer uma espécie de apresentação.


Bom, meu nome é Diego, sou um velho de 19 anos, que curte música, filmes, fotos e tudo que é relacionado à arte. Ah, e geralmente à noite sou estudante de Publicidade e Propaganda.
Escolhi o nome de “Delírios do Cotidiano”, pois aqui pretendo escrever as minhas “brisas” cotidianas. Coisas que acontecem comigo, mas que poderiam acontecer com qualquer pessoa. Coisas essas que me fazem tanto ficar feliz ou com o perdão da palavra, “fudido” de raiva. Quer dizer, com o perdão da palavra nada. Como eu pretendo escrever da forma mais coloquial possível, não se surpreendam em encontrar alguns “vai tomar no cu” e etc.
Além de colocar essas situações do cotidiano, vou tentar sempre colocar trechos dos livros que eu vou lendo, ou até mesmo trechos de músicas. Claro que tudo dentro do que estou dizendo naquele momento. Pretendo colocar a minha opinião sobre assuntos que estão sendo destaque na mídia, ou não. Pois nem tudo que passa na TV é verdade.

Bom, aguardem o próximo post e vejam se vocês gostam do que irei escrever. Se é que alguém vá ler isto aqui. Talvez alguns amigos, ou não.

PaZ !