Na rua, solidão.
Escuridão.
Tristeza, choro e desilusão.
A culpa é do patrão?
Ou do escravo de pés no chão?
Chegou o Apocalipse então?
Crucifixo na mão.
Joelhos dobrados.
Assim vejo meu irmão.
O que fazer, como agir?
Eu não sei.
O que eu desejo é sair.
Fugir.
Não olhar para trás.
Dizer aos meus medos.
Até nunca mais.
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